Quando digo eu quero, há um percurso que não ignoro.
Vi pela primeira vês, gostei, avaliei de uma forma superficial e passei a uma pesquisa mais em pormenor.
Quando digo eu quero, já escolhi mas antes de adquirir não digo a ninguém e fico por minha conta e risco.
Se digo, na procura de uma opinião com outro tipo de pensamento diferente do meu, há sempre quem diga isso não é para ti, não faz parte do teu tipo de pessoa, já estás velho para isso entre outras opiniões de que não viveu o que eu já vivi e percorreu os meus caminhos dizem sempre que as opiniões é que são validas. O que me faz com que aconteça uma tempestade de ideias, na minha cabeça, de ponderação, de dúvidas... Onde tenho de encontrar tempo para criar uma estratégia e apagar inseguranças sem razão.
Quando isto acontece, não será de todo uma situação confortável mas também já consigo não deixar chegar ao estado de fraqueza, mas sim uma energia que comparo às ondas do mar que nem sempre vinga na onda perfeita, mas o caminho que percorre acontece sempre algo de bom.
A razão que me levou a escrever “Eu quero” Depois de adquirir, o mais interessante é que é meu através de conquista e tenho a oportunidade de viver, usufruir tudo que me vai trazer de bom e o que eu no momento no processo de querer cheguei a ponderar se era para mim algo tão grande, era e é e quando mais posso utilizo por assim dizer apercebo-me que há muito para aprender.
Prefiro pensar sempre que no estatuto de aprendiz, se algum dia tiver a oportunidade de ensinar até a mim próprio por ensinar ser o professor e o aluno na mesma pessoa.
Há situações interessantes, de quando encontro algo que eu quero, mas ate sei que é novo para mim ou melhor desconheço como funciona mas atrevo-me ao que é proposto, não sou de criar espectativas para não me desiludir. De tudo que possa parecer aparente mente bom é como a água do mar com rochas submersas.
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