Onde podemos escrever, o queremos ou precisamos…
Tudo o que a nossa imaginação nos permite!
Há quem escreve o que lhes interessa, uns por obrigação, outros por necessidade e a quem faça desenhos, apontamento entre outros riscos.
Cada um faz o que quer, não é disso que vos quero dizer, mas sim o que escrevemos! Também eu a utilizar a folha, ainda que seja virtual.
O que vos quero contar é este poderoso conceito de amizade que sinto com o papel! Onde registo o que penso…
Escreva o que escrever ele aceita, é uma espécie de ouvinte que não reclama.
Hoje apetece-me escrever, também gosto de desenhar, se sei o fazer bem, quero dizer se sei fazer pouco importa, mas sim gosto, algo que gosto!
E volto a folha de papel, que não reclama e até se deixa substituir quando nos enganos e não gostamos do que fizemos, interessante também, que é infinita, agora um pouco substituída por a folha virtual que é por assim dizer a internet, onde podemos fazer acontecer!
Temos que ter algum cuidado, com o que escrevemos, pode esta folha ir parar involuntariamente se adquirida por outras mãos, que podem até não valorizar o que está escrito ou interpretar de outra forma.
Escreva o que escrever ela aceita, é uma espécie de ouvinte que não reclama.
Hoje apetece-me escrever, também gosto de desenhar, se sei o fazer bem, quero dizer se sei fazer pouco importa, mas sim gosto, algo que gosto!
E volto a folha de papel, que não reclama e até se deixa substituir quando nos enganos e não gostamos do que fizemos, interessante também, que é infinita, agora um pouco substituída por a folha virtual que é por assim dizer a internet, onde podemos fazer acontecer!
Temos que ter algum cuidado, com o que lhe dizermos / escrevemos, pode esta folha ir involuntariamente se adquirida por outras mãos, que podem até não valorizar o que está escrito ou interpretar de outra forma.
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